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IPhone ou HIPhone?

09/12/2009

A semelhança entre o cobiçadíssimo IPhone da Apple com seu “clone” xing-ling chega a ser assustadora! Até a caixa do produto se assemelha bastante com a do original.

Obviamente, como em todas as cópias chinesas de produtos famosos, a qualidade final do produto deixa um pouco a desejar, porém para evitar grandes processos por plágio, as fabricantes chinesas quase sempre incorporam dois ou três recursos adicionais ao produto copiado. No caso do HiPhone, a capacidade de utilização de dois chips simultaneamente, TV analógica, Rádio FM e um Bluetooth “100% liberado” são os principais diferenciais positivos. Algumas releases de HiPhone incluem acesso a redes WiFi, mas nenhum deles encontramos o recurso de 3G.

Evidentemente, devido a semelhança se limitar apenas aos itens visuais, os aplicativos da Apple não funcionam nestes aparelhos.

Video que exemplifica a diferença

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Banco Carrefour reduz custos com virtualização de ambiente de TI

04/12/2009

Há cerca de dois, quando começou a montar sua infraestrutura de TI, o Banco CSF (Carrefour Soluções Financeiras), braço financeiro da rede francesa de supermercados, decidiu pela virtualização de boa parte do ambiente de tecnologia. Para tal, o CSF optou pela contratação de um data center em regime de colocation – aquele no qual a empresa aluga a infraestrutura para fazer a hospedagem física dos equipamentos –, mantendo 50% de servidores físicos e 50% virtualizados.

A decisão de iniciar o projeto já com grande parte do parque de servidores virtualizados, segundo o gerente de infraestrutura do Banco CSF, Marcelo Prauchner Duarte, visou não só acelerar a implantação do ambiente de TI, mas também reduzir custos. “Com a virtualização, conseguimos realizar o ‘go live’ de toda a operação no prazo recorde de seis meses, e também deixamos de investir em torno de 30% a 40%”, diz ele, sem revelar a cifra total aplicada no projeto.

Ainda conforme o executivo, o CSF também contratou da empresa de data center, cujo nome ele prefere não revelar, todo o sistema de armazenamento na modalidade de “full outsourcing”, que inclui desde os sistemas de storage até os robôs de backup e a qual o banco paga por consumo. “Pagamos apenas pelo que utilizamos, com a vantagem de o sistema ser de uso exclusivo do banco”, explica Duarte.

Atualmente, o data center atende as quatro centrais de crédito/saque e atendimento ao cliente do Banco CSF. Ao todo, são 450 posições de atendimento (PAs) que fazem o atendimento ativo e receptivo e todo o processo de operação de crédito.

Entre os benefícios obtidos com a virtualização, Duarte cita, além da redução de custos devido a eliminação de investimento em infraestrutura, a garantia de maior disponibilidade dos aplicativos, maior eficácia na recuperação de desastres e continuidade dos negócios e melhor gestão e controle de desktops, com a implantação mais rápida e menor intervenção da equipe de suporte. Mas o grande ganho, segundo ele, é que a virtualização permite aproveitar melhor os recursos de TI por meio do compartilhamento. “Ela permite agregar não só desktops e servidores, mas também recursos, por meio de um pool de processadores, memória, disco e rede”, finaliza.

Consultoria aponta 10 tendências estratégicas para 2010

03/12/2009

Fim de ano é época de rememorar o que passou (e aí vêm as clássicas “retrospectivas”) mas também de olhar adiante e pensar no que vem pela frente. Isso se aplica às empresas, que precisam definir metas, planos de ação e de investimentos. O Gartnet, líder mundial em pesquisas e aconselhamento na área de tecnologia da informação, aponta dez principais tecnologias estratégicas – aquelas que impactam as iniciativas de longo prazo das organizações – para 2010. Confira as 10 tendências que podem ajudar e transformar os negócios no ano que vem.

Computação em nuvem (cloud computing – o modelo da nuvem computacional, com recursos e serviços distribuidos é uma tendência forte. Sua utilização, diz o Gartner, não elimina o custo das soluções de TI mas ajuda a reorganizá-los e pode até reduzi-los em alguns casos. Com serviços em nuvem, as empresas fornecem cada vez mais informação, aplicações e processos aos seus clientes e parceiros.

Análises Avançadas – regras fixas e políticas pré-definidas deram lugar às decisões a partir de informações corretas na hora correta, seja por meio da gestão do relacionamento com clientes (CRM), do planejamento de recursos empresariais (ERP) ou de outras aplicações. É um novo passo, diz o Gartner, que olha para o futuro e prevê o que vai ou pode ocorrer.

Client Computing – a virtualização cria novas formas de empacotar aplicações e capacidades de client computing, tornando menos crítica a escolha das plataformas de hardware e sistema operacional. Para o instituto, as empresas devem estabelecer um roadmap estratégico de cinco a oito anos para client computing, definir uma abordagem para os padrões de dispositivos, propriedade e suporte; seleção, implementação e atualização do sistema operacional e da aplicação; e planos de gerenciamento e segurança para administrar a diversidade.

TI Verde – a onda ecológico e a preocupação com a redução no consumo de energia deve ficar ainda mais forte, e a TI pode tornar viáveis muitas iniciativas ‘verdes’, como o uso de documentos eletrônicos e o incentivo ao trabalho via teleconferência, além de ferramentas analíticas que podem ser implementadas para a redução do consumo de energia em transporte ou outras atividades.

Remodelagem do Data Center – os custos serão menores se as empresas adotarem uma abordagem pod-based, método de engenharia de estrutura, para a construção e expansão dos data centers. Cortar despesas operacionais libera recursos que podem ser aplicados em outros projetos ou investimentos em TI ou até mesmo no próprio negócio.

Computação Social (Social Computing) – empresas devem perceber que o funcionário não quer dois ambientes diferentes – um para os produtos do trabalho e outra para ter acesso a informações “externas”. O foco a ser adotado é o uso de software e mídia social na companhia e a integração com comunidades externas patrocinadas pela empresa e públicas.

Segurança e Monitoramento de Atividades – o foco da segurança evoluiu do ‘muro’ que mantém os outros de fora para o monitoramento das atividades e a identificação de padrões que foram esquecidos anteriormente. As ferramentas de monitoramento e análise complementares ajudam a perceber e investigar atividades suspeitas, inclusive com alertas em tempo real ou atuação direta nas transações. Observando os pontos fortes e fracos dessas ferramentas, as empresas entendem como podem usá-las melhor para se defenderem e para atender às exigências de auditoria.

Memória Flash – a novidade na memória flash é, segundo o Gartner, que ela está se movendo para um novo nível no plano de storage – e a desvantagem do preço mais alto em relação aos discos giratórios está chegando ao fim. Por isso, essa tecnologia deve obter taxa composta de crescimento anual superior a 100% nos próximos anos, e será estratégica em muitas áreas de TI. Outras vantagens, aponta o Gartner, incluem espaço, aquecimento, performance e robustez.

Virtualização para aumentar disponibilidade – a virtualização esteve entre as principais tecnologias estratégicas em anos anteriores e continua na lista por novos elementos, como a migração dinâmica, permite obter a maior disponibilidade possível e alterar as configurações rapidamente quando for preciso.

Aplicações Móveis – até o final de 2010, estima-se que 1,2 bilhão de pessoas vai levar consigo dispositivos com capacidade de fazer transações comerciais móveis, favorecendo a convergência da mobilidade e da web. Plataformas como Apple e iPhone já têm alguns milhares de aplicações. O mercado limitado e a necessidade de codificação única podem favorecer uma versão que opere de forma flexível tanto em PCs como nos sistemas em miniatura, diz o Gartner.

A lista do Gartner deve ser usada como ponto de partida, diz o vice-presidente e analista Carl Claunch. “Ao determinar o que é certo para cada companhia, a decisão pode não ter relação alguma com uma determinada tecnologia. Em outros casos, essa decisão pode ser a de continuar investindo em tecnologia nas mesmas taxas atuais. Ou, ainda, a decisão poderá ser testar um piloto ou implementar uma tecnologia mais agressivamente”, afirma.

Redação Terra

Celular ecológico com carregador solar chega ao Brasil

03/12/2009

O celular ecológico Blue Earth, da Samsung, feito com materiais recicláveis, como garrafas PET, já está disponível no Brasil.

Um diferencial do produto é o painel solar na parte de trás do aparelho, que permite recarregá-lo com a energia do Sol. Cada hora de carga tem autonomia para dez minutos de conversação na tecnologia 3G.

O aparelho tem display de 3 polegadas, touchscreen, vem com câmera de 3 MP, que grava vídeos, com zoom digital de 2x, detector de sorriso e foco automático.

O smartphone ainda tem conexões Wi-Fi, Bluetooth, GPS, memória de 130MB e slot para cartões microSD.

Com tons azulados, o celular aposta na ecologia, já que possui aplicativos que encorajam o usuário a andar a pé, tem calendário com datas importantes para o planeta e meio-ambiente e ainda possui um perfil para economizar energia.

O Blue Earth já está disponível nas lojas de varejo com preço sugerido de R$ 949.

Indícios apontam Windows 8 para 2012

02/12/2009

Alguns indícios, e boatos ainda não confirmados apontam a chegada do Windows 8 para o ano de 2012 (que até agora alguns consideram o ano do Fim do Mundo), até o momento a Microsoft ainda não se prontificou sobre o assunto, mas se a empresa seguir o cronograma de 3 anos de intervalo de cada lançamento, o ano de 2012 é o mais próximo.

Segundo a imagem vazada a cima, o Windows 8 será um grande lançamento, como está sendo indicado na imagem como “Major Release“. Porém como ainda se trata de uma informação ainda não confirmada não devemos especular muito sobre o assunto, isto porque até o lançamento do Windows 8 que provavelmente deverá ocorrer em 2012, teremos um grande tempo para que informações oficiais surjam.

Twitter é escolhida a palavra de origem inglesa mais falada no mundo

02/12/2009

Segundo o site Global Language Monitor, que estuda as palavras mais faladas na internet, a palavra Twitter foi a mais popular do mundo em 2009. Em seguida, ficaram Obama, H1N1 (relacionado a gripe A), Stimulus (Que se refere ao pacote de estímulo na economia americana) e Vampire (Graças a popularização de Crepúsculo e a saga teen).

Não é surpresa que o Twitter lidere esta lista. Ele é de longe a palavra da moda, tanto na internet quanto em revistas, televisão e até nas rádios. O que surpreende mesmo é não haver nenhuma referência a Michael Jackson entre as 10 palavras mais faladas em 2009. Mas todas as listas são questionáveis, não é mesmo?

Via

Google limitará acesso gratuito a cinco notícias por dia

02/12/2009

Um dos principais responsáveis de negócios do Google, Josh Cohen, explica em seu blog que, “até agora, cada ‘click’ de um internauta era processado como um acesso gratuito”. Os leitores tinham descoberto que podiam procurar conteúdos jornalísticos pagos simplesmente introduzindo a página que os interessava no buscador do Google.

Segundo a companhia, isso é possível por causa da política para evitar o cloaking, fenômeno que ocorre quando o usuário realiza uma busca por meio do Google e a página que se abre não é a esperada. Cohen lembra em seu blog que o Google oferece aos editores a possibilidade de receber o programa First click free (o primeiro click, de graça).

“Atualizamos o programa de modo que os editores possam limitar o acesso gratuito às suas páginas a um máximo de cinco notícias por dia. A partir desse número será necessário fazer um cadastro ou assinar o serviço”, assinala Cohen.

A companhia acredita que desta forma protege os usuários contra o cloaking, mas permite aos editores “concentrar a atenção em potenciais assinantes que procuram regularmente um percentual elevado de seus conteúdos digitais”.

“Vamos seguir conversando com os editores para afinar os métodos. Como o nosso serviço oferece acesso tanto conteúdo de graça como pago, é crucial que as pessoas possam encontrá-lo. E aí é onde Google pode ajudar”, conclui o responsável do maior buscador do mundo.

Entre os mais duros críticos do Google com relação a esta postura está o magnata australiano Rupert Murdoch, dono de vários jornais e canais de TV na Grã-Bretanha (The Times, The Sun, Sky TV), Austrália e Estados Unidos, que já tinha acusado anteriormente a empresa de estar lucrando com jornalismo. O empresário justifica que ao atrair os internautas com notícias o Google elevava suas receitas com publicidade.

EFE